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Estudo Acústico Aeroportuário

Os aeródromos (aeroportos e heliportos) são estratégicos para as cidades. Porém, o ruído gerado é uma significativa fonte de poluição, que obriga as agências reguladoras a pesarem a questão ambiental contra o desenvolvimento urbano.

A GROM oferece um pacote completo de serviços para estudos acústicos aeroportuários, combinando tecnologia de ponta e conformidade com as normas vigentes.

Dispomos de estações fixas e semi-fixas para o monitoramento do ruído ambiental (outdoor) gerado pelas aeronaves, integradas a um sistema ADS-B capaz de identificar o número do voo, modelo da aeronave, altitude da aeronave e momento exato da passagem sobre o ponto de medição.

Em paralelo, utilizamos o software SARA, da Softech, uma das principais ferramentas para monitoramento e análise de parâmetros aeroportuários. O sistema possui interface gráfica intuitiva, inúmeras ferramentas de análise e permite a aquisição simultânea de dados de ruído, meteorológicos e de qualidade do ar.

As análises são complementadas por simulações acústicas desenvolvidas em softwares como o SoundPLAN, que permite avaliar o impacto sonoro das aeronaves, traçar as curvas de ruído, avaliar populações expostas ao ruído aeronáutico e prever os efeitos de virtualmente quaisquer alterações no tráfego aéreo (sejam rotas, modelos ou volume de operações), garantindo sempre a conformidade com o RBAC 161.

 

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Trajetória de decolagem de asa fixa

 

Saiba mais sobre  Simulações Ambientais.

Modelamento de Aeródromo


A simulação usualmente retrata a condição atual de operação e os cenários futuros, que consideram o aumento da taxa de ocupação da infraestrutura existente e por vezes consideram também a ampliação das instalações.


O modelo de computacional se baseia na construção do mapa virtual com a região de interesse, incluindo o aeroporto, suas pistas e as definições das cabeceiras. Então, são definidos os modelos de aeronaves, as quantidades de operações ano de cada modelo e as respectivas rotas.


Cada cenário futuro é simulado separadamente e tem como base as operações típicas ao longo de um ano. Essas operações são distribuídas estatisticamente e consideram, entre outros, os seguintes parâmetros:

  • Físico-ambientais: Temperatura, Altitude do campo, Comprimento da pista
  • Operacionais: Perfis de pouso e decolagens disponíveis para cada cabeceira; Predominância de uso das cabeceiras; Número total de operações/ano Número de operações por tipo de aeronave
  • Das aeronaves: Modelo, Tipo de motor, Peso Decolagem / Pouso, Velocidade de rotação (VR), Altitude de Aceleração (QNH), Razão de subida e descida
 
  • Autoridades aeroportuárias
  • Concessionários de serviços aeroportuários

Nos Estados Unidos, a FAA (Federal Aviation Administration) regula as ações aeroportuárias através da regulamentação FAR Part 150, que trata dos Programas de Compatibilização de Ruído de Aeroportos.

Na Europa e em diversos outros países, entre eles o Brasil, a regulamentação do tema é feita pelo ICAO (International Civil Aviation Organization) através do Anexo 16.

Ambas as agências entendem que as ações preventivas são a melhor forma de lidar com a questão do ruído, através da projeção dos cenários futuros. Há ainda consenso que a ferramenta de modelagem computacional mais adequada e internacionalmente aceita é o INM – Integrated Noise Model, desenvolvido pelo FAA.

No Brasil

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), signatária do ICAO, regula a questão do ruído aeroportuário através do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil - RBAC 161, que determina que os aeródromos possuam seus respectivos Planos Específicos de Zoneamento de Ruído -PEZR.

O PEZR é um documento que estabelece as curvas de ruído, 85, 80, 75, 70 e 65 dB, e pretende harmonizar a legislação municipal de ocupação do solo e de zoneamento de ruído.


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